09 outubro, 2005
Resgatando a criatividade
Por vezes me sinto frustrado quando a criatividade cresce para baixo. Ou como dizem no linguajar do Rio Grande, "cresce igual à cola do cavalo". Nem o artifício de tomar banho, sentindo a ducha d'água morna me relaxar, não está fazendo o devido efeito. Também não reanima! Pelo contrário, da última vez, fiquei hipnotizado olhando para o suporte donde estava o sabonete e meu cérebro só queria saber de repetir... Phebo, Phebo, Phebo.
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Então Beau... nada acontece por acaso... Voce conhece a história da PHEBO, ou melhor, do sabonete? Pois bem, o primeiro produto da marca, começou na década de trinta em Belém do Pará, com o ambicioso sonho de dois primos, Antônio e Mário Santiago, portugueses radicados no Brasil, que resolveram criar um sabonete brasileiro que fosse tão bom quanto os ingleses e franceses, considerados na época os melhores do mundo. Os dois primos, perfumistas de grande talento, desenvolveram um sabonete oval, transparente e escuro, inspirado no Pear's Soap (sabonete inglês de grande aceitação). Diversas essências naturais da região foram pesquisadas, até obterem uma mistura que combinava essência de pau-rosa a mais de uma centena de ingredientes, como sândalo, cravo da Índia e canela de Madagascar, entre outras. O sabonete recebeu de Antonio o nome de Phebo por causa do Deus Sol da mitologia grega da claridade do dia, da luz, que fertiliza... Copiou o porque da hipnose diante do sabonete??? faz ou não sentido?
Achei interessante o que o(a) missivista conta sobre a Phebo. No entanto, para sair das trevas do desconhecimento - cultura nunca é demais -, pesquisei sobre o pau-rosa, me deparando com o seguinte detalhe:
"A lendária frase dita pela atriz Marilyn Monroe de que dormia vestida apenas com algumas gotas de Chanel nº 5, guarda, quem diria, um toque bem brasileiro. O principal ingrediente do famoso perfume francês, lançado pela empresa de mademoiselle Coco Chanel em 1921 é o óleo essencial extraído da madeira do pau-rosa, uma árvore nativa da Amazônia".
Transcrito: Dinorah Ereno, revista "Pesquisa FAPESP"
Merci beaucoup... Danke schön... Thanks!
Beau
"A lendária frase dita pela atriz Marilyn Monroe de que dormia vestida apenas com algumas gotas de Chanel nº 5, guarda, quem diria, um toque bem brasileiro. O principal ingrediente do famoso perfume francês, lançado pela empresa de mademoiselle Coco Chanel em 1921 é o óleo essencial extraído da madeira do pau-rosa, uma árvore nativa da Amazônia".
Transcrito: Dinorah Ereno, revista "Pesquisa FAPESP"
Merci beaucoup... Danke schön... Thanks!
Beau
A polêmica do Phebo e suas implicações com a lendária Monroe, espargindo sensualmente Chanel pelos lençóis, me faz lembrar um amigo que assim falou: "Nada mais excitante do que a espuma perfumada do sabonete líquido Pêssego deslizando pelo corpo..."
Carnuda, suculenta e gostosa, a fruta bota o pau-rosa no bolso...
ou pra lá de Bagdad com sua eficiência, também histórica...
Bejus
Carnuda, suculenta e gostosa, a fruta bota o pau-rosa no bolso...
ou pra lá de Bagdad com sua eficiência, também histórica...
Bejus
É mesmo! Quem conhece sabe o quanto é bom. Sabonete líquido feito com calda de pêssego, faz um efeito, só sentido prá lá de Marrakesh...
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