28 outubro, 2005
Duros dias. . . longas noites
As pessoas passam as vezes por períodos difíceis. Foi o que me aconteceu nos dias em que enfrentei uma guerra, onde nem todas as batalhas foram vencidas porém também, não estão de todas perdidas. Nesses casos tenho por hábito trabalhar em dobro e procurar a serenidade suficiente para ultrapassar novas provações. Bem... na média, como experiência pessoal, houve crescimento. Ele não é imediato, mas vai se conquistando aos poucos. Prevejo que este Natal será harmonioso, já estou até me preocupando em enviar cartões festivos (lá venho eu, de novo, com aquela índole otimista), porém é desse modo e com esta esperança que sigo em diante, meu caminho.
Talvez alguém tenha notado, decidi me descartar da foto do Maluf neste blog pois todo dia, depois do café, quando o abria para ler comentários, lá estava ele, com aquela cara de coitado, barba por fazer, humilhado na prisão, com doença adquirida, sem companhia dos amigos e sem os quibes preparados com tanto carinho pela sua esposa. Pois então, meu café com pão, geléia e margarina, não me sentou bem. Pensei no início ser por conta da validade, mas era sim a foto dele estampada no blog. Tirei e pronto. Muitos gostam dele mesmo com aquele defeito de origem. E tem gente que o engole. Argh!
19 outubro, 2005
Blog interrompido, temporariamente.

14 outubro, 2005
Maniqueísmos
09 outubro, 2005
Resgatando a criatividade
Por vezes me sinto frustrado quando a criatividade cresce para baixo. Ou como dizem no linguajar do Rio Grande, "cresce igual à cola do cavalo". Nem o artifício de tomar banho, sentindo a ducha d'água morna me relaxar, não está fazendo o devido efeito. Também não reanima! Pelo contrário, da última vez, fiquei hipnotizado olhando para o suporte donde estava o sabonete e meu cérebro só queria saber de repetir... Phebo, Phebo, Phebo.
06 outubro, 2005
Sobre o poemeto, aquí debaixo. . .
Eu acho que me excedi naquele.... naquele poeminha falando de paixão. Afinal, o que é apaixonar-se? A palavra paixão tem sua origem na dor, conforme o Houaiss. É daí que vem o sofrimento de Jesus Cristo na cruz. Já, a palavra derivada, se traduz num sentimento gostoso ou amor intenso a ponto de ofuscar a razão. Pois é. Lembrei de um tempo que eu estava apaixonado. Fui atropelado pelo amor. Doeu até entre as tripas. Só muito tempo depois que lendo Vinícius de Morais, entendi porque atravessar a rua sem olhar para o sinal, é próprio de quem está amando. É! Pensando bem, eu acho que não me excedi não. Só quem um dia se apaixonou, sabe a doidice que dá na gente.
01 outubro, 2005
depois do telefonema. . .
... senti minhas pernas tremerem
e dei conta
do quanto te gostava.
Uma tontura foi tomando o corpo,
o que me fez sentar e ficar prostrado,
depois deitado,
sobre o banco da praça.
Ao voltar a mim,
lembrei daqueles tempos
(ingênuos),
que eu me apaixonara.
Agora, com a mão no bolso,
tateando,
descobri que estou duro.
Isso sempre acontece
quando me dá vontade
de comer carne.
Obs.: Poeminha sem estrutura, meio louco, pronto para a crítica,
sem propósito.

