28 outubro, 2005

 

Duros dias. . .  longas noites


As pessoas passam as vezes por períodos difíceis. Foi o que me aconteceu nos dias em que enfrentei uma guerra, onde nem todas as batalhas foram vencidas porém também, não estão de todas perdidas. Nesses casos tenho por hábito trabalhar em dobro e procurar a serenidade suficiente para ultrapassar novas provações. Bem... na média, como experiência pessoal, houve crescimento. Ele não é imediato, mas vai se conquistando aos poucos. Prevejo que este Natal será harmonioso, já estou até me preocupando em enviar cartões festivos (lá venho eu, de novo, com aquela índole otimista), porém é desse modo e com esta esperança que sigo em diante, meu caminho.

Talvez alguém tenha notado, decidi me descartar da foto do Maluf neste blog pois todo dia, depois do café, quando o abria para ler comentários, lá estava ele, com aquela cara de coitado, barba por fazer, humilhado na prisão, com doença adquirida, sem companhia dos amigos e sem os quibes preparados com tanto carinho pela sua esposa. Pois então, meu café com pão, geléia e margarina, não me sentou bem. Pensei no início ser por conta da validade, mas era sim a foto dele estampada no blog. Tirei e pronto. Muitos gostam dele mesmo com aquele defeito de origem. E tem gente que o engole. Argh!

19 outubro, 2005

 
Blog interrompido, temporariamente.


14 outubro, 2005

 

Maniqueísmos


Quando o presidente Bush pela primeira vez falou sobre o bem, sobre o mal, esse discurso havia sido preparado por um judeu escriba, com função gratificada na Casa Branca. A cabala do certo e do errado, estava apenas começando. Foi assim que se justificou o lançamento das bombas na cabeça dos iraquianos forçando a mostrar quem é do bem e quem é do mal. Porém, quem não estava do lado dos EUA, naturalmente, era do mal. (...) E de repente não mais que de repente, alguém importou essa expressão para o nosso querido Brasil e falou que o Beira Mar, antes chamado pela mídia carinhosamente de Fernandinho, era um cara do bem, mas depois virou um cara do mal. E em contrapartida, o cantor Bello, foi preso por ser um agente do mal, mas pelos fâs é chamado de um cara do bem. Houve, mavez, uma briga entre duas "colunáveis" e a imprensa registrou entre gritos e xingamentos: "você é uma perúa do mal". Larguei o jornal do lado, incrédulo: "será que existe também "perúa do bem"? No nosso Congresso adotaram esta expressão para definir uma medida provisória, a MP do Bem. As outras seriam as MPs do Mal?  Mas nada mais intrigante que a prisão do Maluf. Afinal o cara "rouba mas faz". Será que não só o prenderam porque aquela dinheirama toda nas contas, eram contas do mal? uff !!

09 outubro, 2005

 

Resgatando a criatividade


Por vezes me sinto frustrado quando a criatividade cresce para baixo. Ou como dizem no linguajar do Rio Grande, "cresce igual à cola do cavalo". Nem o artifício de tomar banho, sentindo a ducha d'água morna me relaxar, não está fazendo o devido efeito. Também não reanima! Pelo contrário, da última vez, fiquei hipnotizado olhando para o suporte donde estava o sabonete e meu cérebro só queria saber de repetir... Phebo, Phebo, Phebo.

06 outubro, 2005

 

Sobre o poemeto, aquí debaixo. . .


Eu acho que me excedi naquele.... naquele poeminha falando de paixão. Afinal, o que é apaixonar-se? A palavra paixão tem sua origem na dor, conforme o Houaiss. É daí que vem o sofrimento de Jesus Cristo na cruz. Já, a palavra derivada, se traduz num sentimento gostoso ou amor intenso a ponto de ofuscar a razão. Pois é. Lembrei de um tempo que eu estava apaixonado. Fui atropelado pelo amor. Doeu até entre as tripas. Só muito tempo depois que lendo Vinícius de Morais, entendi porque atravessar a rua sem olhar para o sinal, é próprio de quem está amando. É! Pensando bem, eu acho que não me excedi não. Só quem um dia se apaixonou, sabe a doidice que dá na gente.

01 outubro, 2005

 

depois do telefonema. . .


... senti minhas pernas tremerem
   e dei conta
           do quanto te gostava.

   Uma tontura foi tomando o corpo,
   o que me fez sentar e ficar prostrado,
           depois deitado,
           sobre o banco da praça.

   Ao voltar a mim,
   lembrei daqueles tempos
           (ingênuos),
   que eu me apaixonara.

   Agora, com a mão no bolso,
           tateando,
   descobri que estou duro.

   Isso sempre acontece
   quando me dá vontade
   de comer carne.

           Obs.: Poeminha sem estrutura, meio louco, pronto para a crítica,
                   sem propósito.

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