30 agosto, 2005

 

Com medo do Furacão


Apresentando para vocês, essa espécime
very fat que não me deixa mentir.


28 agosto, 2005

 

Mericanice's

 Ei!  Psiu! O que você está vendo aí, é a evacuação de Nova Orleans nos EUA antes da chegada do furacão Katrin. Pois então, analise a foto. As pessoas são delgadas, saradas, físico perfeito. Nada daquilo, que americano é fat ou plump. Esse fotógrafo, ou teve sorte, ou escolheu as pessoas que queria fotografar. Na verdade, quem volta dos EUA, conta admirado sobre a quantidade de fat people que lá existem. Parecem tirados de histórias em quadrinhos. Homens gordos, nos quais a gravata faz uma volta completa sobre a barriga. Mulheres com nádegas tão grande que mais parecem dois balões prestes a explodir. Ah, e olhem melhor a foto. Não vão encontrar nenhuma árvore, nenhum verde, nem siquer um verde artificial. "Lugar de verde é nos parques, nos jardins". "Auto-estrada é auto-estrada". Pensam políticamente corretos. Tanto assim que agora surgiu um pastor lá, dizendo que o Bush deveria assassinar o Chávez. "NÃO!" protestaram alguns. "AMENIZA, AMENIZA!" disseram outras correntes. Então o mesmo pastor amenizou dizendo que bastaria sequestrar o coitado, porque ditadores devem ser eliminados. Tá... só uma coisa: de ditador o Chávez não tem nada. Tanto esse ministro de Deus se preocupa com o Chapolin Colorado, digo, o Presidente Chávez, que nem sabe que ele foi eleito legítimamente. E para ratificar, a Venezuela efetuou um referendo que lhe deu mais legalidade ainda na sua condição de Chefe de Estado. Eu não entendo. Aliás, e devo entender? Meus dedos nervosos não param de teclar e por isso fico fazendo elucubrações sobre fotos, balofos, vegetais, Bush, pastores e Chávez. Desculpe se despendi sua atenção.  Ei!  Psiu!  Era só para preencher meu domingo à tarde.


26 agosto, 2005

 

Adorável insinuação




25 agosto, 2005

 

Sensações térmicas e sensíveis (im)pressões.

Andava eu lendo previsões do tempo, quando novamente me deparei com o termo "ponto de orvalho". Que diacho de poeta o criou para definir esta linha tênue que a natureza provoca? Estranha lembrança me causa de amenidades e excitações quando somos tocados fisica ou emocionalmente causando suores, umedecimentos, e até lacrimejos de emoção. São reações semelhante a coesão dos átomos. Assim como numa translúcida gota de orvalho, criada nem sei por quem, faz causar todo esse frisson.


23 agosto, 2005

 

E a vida continua

Ontem a noite, fui ver "Der Schauspildirektor" (O Empresário), espetáculo musical cantado e apresentado no Theatro São Pedro. Vindo de Mozart, só pode ter sido belíssimo! Estavam lá, também, jovens amigas de meus filhos de parentesco longínquo. Moças lindas, com muito brilho, as quais convidei para irmos depois, todos juntos, na ArtePizza. Fica no bairro Moinhos de Vento. Além do ambiente ser acolhedor, estava morno, úmido e abafado, transmitindo as variações de nosso inverno local. Depois de muita conversa e muito riso, percebi algumas bocas bocejarem. E já passado da meia-noite, devagar, fomos desfazendo o grupo, cada um sendo conduzido no meio da névoa noturna, pelas ruas vazias para suas resptectivas moradas. Hoje, até este momento, já percebi a mudança do tempo e vem chuva grossa por aí. Depois, um frio daqueles, para curtir e aproveitar os últimos suspiros da estação.


20 agosto, 2005

 

Retorno

Hoje ao voltar de viagem lembrei do meu blog que há tempo está parado. Estive dois dias em Pelotas e retornei são e salvo. Renovado de esperanças também. Ao menos consegui resolver certas pendências que me afligiam. E revi pessoas, e com elas apreciei os famosos "doces" da boa terra. Bebi um "expresso" e engraxei os sapatos sentado na soleira da vitrina do Café Aquário. Caminhei pelo "passeio público" e observei a restauração do chafariz do Andrade. Degustei um cálice do vinho da "Casa de Valduga". Fui até a confeitaria Estrela do Fragata e pedi "dentinhos de moça" os melhores que já provei. Consultei um oculista, o Sr. Águas, o portugues, pois pois queria saber por que deslumbrava tantas pandorgas empinadas no céu. Enfim, um pouco do ar do século XIX e golfadas de oxiênio do século XXI me deram ânimo para recomeçar.


Uma coisa, quando lá chegamos meu filho chamou minha atenção com a seguinte frase: "sei que não é domingo, mas no mínimo issto aqui está parecendo feriado". Então também me reportei à Porto Alegre dizendo que tempos atrás, lembrava do quanto mais congestionamentos enfrentava, mais dinâmica era a Economia. Hoje, nos deslocamos livres, quase como em feriados. Será reflexo da recessão? Será produto da deflação? Será que os índices de desenvolvimento são diretamente proporcionais ao nervosismo e o caos do trânsito?


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