01 outubro, 2005

 

depois do telefonema. . .


... senti minhas pernas tremerem
   e dei conta
           do quanto te gostava.

   Uma tontura foi tomando o corpo,
   o que me fez sentar e ficar prostrado,
           depois deitado,
           sobre o banco da praça.

   Ao voltar a mim,
   lembrei daqueles tempos
           (ingênuos),
   que eu me apaixonara.

   Agora, com a mão no bolso,
           tateando,
   descobri que estou duro.

   Isso sempre acontece
   quando me dá vontade
   de comer carne.

           Obs.: Poeminha sem estrutura, meio louco, pronto para a crítica,
                   sem propósito.

Comments:
é... tá difícil...
Escoteira
 
Beau... nada de esquizofrenias. você não é assim. ou é? mesmo sendo, eu adorei o poemimnha. ADOREI !!!!!
uM abração !!!
 
Oi,Beau
Considerando a fonte de inspiração do teu poema e analisando-o semânticamente não é difícil perceber a associação de idéias com emoçoes vividas.Não é nenhum pokito louco.É um poema mágico, onde ficção e realidade se fundem num todo.Liga a vitrola e escuta a velha canção"Só nós dois é que sabemos..." `
Adorei teu poema e se não tinha nenhum propósito, consegui fazê-lo parecer ser proposital
Bejus
 
Paixão carnal, alimento pra alma mortal.
Coincidencia, escrevi hoje sobre paixão no meu blog.
Sabonetes liláses, amores instáveis, tudo alavanca o desejo, e fome da carne se torna insuportável....
 
xii... o Beau tá apaixonado... né Beau? ...
 
É paixão miguinho...?
Bjs
 
Pensamento vai, pensamento vem...
Mãos tateando e encontando o nada, apenas....duro...!
Desejo da carne....lá vem, lá vem!!!!a fome insaciável.... E,pensamento vai, pensamento vem...
Frissons, magias, luas, pensamentos, desejos?
Não, apenas poesia!!!!
Vc é um diabo 10!
Beijinhos do cangaço
 
oi, posso colocar no meu blog(http://www.spaces.msn.com/members/filipeamado), gostei demais. me responda, brigado
 
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