14 abril, 2005
Prazer oculto
Num desses chats da vida moderna, perguntaram-me sobre alguma coisa que mais gosto¹. Gostoso é passear de mãos dadas e brincar sobre a palma com os dedos escondidos no seu interior. Não deixa de ser primário, infantil e prazeroso quando somos correspondidos. E sendo cúmplices, vai se formando uma afetividade, uma confiança e com certeza as melhores das intenções. Daí o mundo se transforma leve. Daí não vejo mais o tempo passar. Daí só peço outra coisa: que a vida não tenha mais fim.
¹ Conversar com estrelas, claro, também gosto.


