30 abril, 2005
Da série: Cartas de amor
Aqui no Brasil, muito se diz, se fala, se ouve sobre os alemães e seus descendentes sem conhecê-los profundamente. Todas gerações não germânicas nascidas depois da II Guerra foram contaminadas pela propaganda negativa que confunde e nivela os nazistas como se todos os alemães assim o fossem. O próprio Papa Benedicto XVI (me recuso a chamá-lo de Bento) recém empossado, também já foi questionado por sua participação na guerra e é provado que não possuía nenhuma ideologia nazista. No entanto, somos humanos como todos os demais. Com pequenas variações, claro. Numa "limpeza de gavetas", achei um bilhete escrito já amarelado pelo tempo. Reproduzo o modo e a maneira dos alemães direcionarem seus afetos e sentimentos.
Ich liebe Dich!
. . .
Dies ist ein kleiner Liebesbrief,
braucht nicht viel Platz, geht aber tief.
Lässt ganz viel Platz und weiten Raum
für nen bunten Tag und nen wilden Traum.
Du bist das Beste,
was mir je passieren konnte!
Ich liebe Dich!
Du bist der Mann,
dem ich in der letzten Stunde meines Lebens
59 Minuten lang in die Augen sehen will!
Du bist der Teddy den ich knuddle,
das Eis an dem ich nasche, der Sinn meines Lebens.
Du bist alles was ich habe!
Ich will dich niemals verlieren.
Ich liebe Dich!
Tradução:
Eu te amo!
. . .
Esta é uma pequena carta de amor,
não requer muitas linhas, mas toca profundamente,
deixando um lugar especial num espaço amplo
para acolher o sonho louco num dia repleto de cor.
Tu és a melhor coisa
que a mim poderia ter acontecido!
Eu te amo!
Tu és meu homem,
aquele que na última hora da minha vida,
59 minutos nos teus olhos queria olhar!
Tu és meu ursinho Teddy que amasso,
és o sorvete que lambisco, és o sentido da minha vida.
Tu és tudo o que tenho!
Eu nunca quero lhe perder.
Eu te amo!


