01 janeiro, 2005

 

Virando a folhinha

Bom Dia! Como vai?  Viu?  Já passou! E também não doeu nada. Chegamos ao Ano Novo sem "aqueles" traumas. Viva, para este Brasil que não tem tsunamis, nem chiliques, nem guerra declarada. E desta vez sem o Roberto Carlos também. De catástrofes, aqui só se morre de raios, que nem são tão contabilizados. Afora os acidentes de carro, que já não nos impressionam mais. Enchentes. Enchentes sim! Mas quem mandou morar logo na beira do rio, ou na encosta do morro? Quem mandou morar neste país com a maior caixa de água potável do mundo? Ah, e sobre o amor. Este vai continuar. Entre trancos e barrancos, sim, vai. Dia mais, dia menos, num dobrar de esquina pode renascer o amor. É só não perder as esperanças. Hoje, apenas estamos aqui, são e salvos, como nas outras viradas dos anos também.


Comments:
Olhando o céu na noite do Ano Novo, vi a Lua curiosa que apareceu para ofuscar o brilho dos foguetes e estrelinhas mil que mesclavam o céu com suas parceiras cintilantes. Pensei em ti e mandei-te uma mensagem telepática com votos de um FELIZ ANO NOVO!
Bejus
 
Como bem disse minha mãe, o ano passou , os problemas continuam os mesmos, mas felizmente ninguém morreu.
E è isso ai, bola pra frente que atrás vem gente e a vida continua, esperanças nos bolsos, coragem no coração e vamos seguindo.
Feliz Ano Novo Beau.
Beijo
Lucia
 
À todos, obrigado pela mensagem poética e às palavras de clarividência.
 
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